domingo, 19 de dezembro de 2010


FELIZ NATAL TODOS OS DIAS...


terça-feira, 9 de novembro de 2010

JORGE HESSEN / ARTIGOS ESPÍRITAS: EM FACE DA MUDANÇA CLIMÁTICA, LEMBREMOS QUE NAS MÃ...

JORGE HESSEN / ARTIGOS ESPÍRITAS: EM FACE DA MUDANÇA CLIMÁTICA, LEMBREMOS QUE NAS MÃ...: "Pesquisas indicam que a “mudança climática tem matado cerca de 315 mil pessoas por ano, de fome, de doenças ou de desastres naturais, e o nú..."

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Para Fer Feliz

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Mateus, cap. 24 – v. 12, que diz-nos o seguinte:

“E, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará.”

E certa vez, duas amigas me puseram a refletir a cerca de uma resposta racional e contundente a respeito das catástrofes existentes no nosso planeta azul e pela falta de Fé delas no homem, já que eu insistia que é preciso olhar o lado bom das coisas, e não perder, NUNCA, a fé no homem. Pois bem, como sempre faço, recorri, após ter argumentado pouco com elas e ter ficado insatisfeita, resolvi recorrer aos amigos do evangelho de Jesus, ao meu espírito protetor e, enfim, a Deus nosso pai e ao Mestre Divino e Amado. Então me veio à mente não a resposta pronta e como eu sempre soube, me veio a vontade de ler e recordei deste livrinho lindo chamado: Evangelho e Doutrina, um acoplado de explicações à cerca do Evangelho de Jesus, esclarecimento e, sobretudo, uma visão de Amor, Fraternidade e comunhão, ou seja, uma visão Cristã do mundo... Segue o Trecho:

“Falando sobre o final dos tempos que assinala, periodicamente, a transição de um estado a outro na civilização, qual o instante que a humanidade atravessa, neste ocaso de milênio, Jesus nos adverte quanto à multiplicação da iniqüidade, provocando, em conseqüência, o arrefecimento do amor nos corações.

Diante da violência que grassa assustadora, da incredulidade que campeia em toda parte, da inversão de valores que se observa entre os homens, da corrupção e da criminalidade que desafiam as autoridades, do materialismo que inspira a sensualidade e do abuso das paixões, os frágeis na fé sentem-se vacilar, indagando de si mesmos se valerá perseverar no cultivo dos sentimentos nobres, resistindo ao assédio das tentações.

O Mestre, no entanto, é incisivo: “Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo.” (Mateus, cap. 24 –v. 13).

Por que, indagamos, os exemplos negativos têm sobre nós efeito mais imediato do que os positivos?! Por que, quase sempre, nos deixamos contagiar pelo pessimismo com tanta facilidade?! Por que não nos miramos naqueles que estão oferecendo resistência pacífica ao mal, trabalhando pela vitória silenciosa do bem nas trincheiras em que foram estrategicamente colocados?!...

É que ainda trazemos dentro de nós maior identificação com o mal do que com o bem, devido à somatória de nossas imperfeições.

Esmagados pelo peso de nossas mazelas e sufocados pelas próprias iniqüidades – iniqüidades e mazelas que apenas recentemente começamos a combater, sentimo-nos no fragor de uma luta desigual, uma vez que ainda não temos a vontade suficientemente forte para lutar com a determinação que caracteriza os vencedores.

Vacilamos vezes sem conta.

Deixamo-nos influenciar negativamente com espantosa facilidade.

Acreditamos que o nosso esforço isolado não conseguirá reverter a situação.

Esquecemos que o nosso esforço humilde que se transforma no berço da floresta, do pequeno filete d’água que dá origem ao rio caudaloso, da pedra anônima convertida em alicerce de gigantesta construção...

Quando o Senhor começou a Boa-Nova, ele era sozinho...

Conhecendo as limitações dos companheiros que no momento supremo da Cruz o deixaram, perseverou na confiança em Deus e não desistiu de contar com os amigos na obra de redenção da humanidade.

Assim, embora o desencanto que às vezes nos toma conta da alma, em face aos problemas do mundo, perseveramos no cumprimento do dever “e não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não desfalecermos”, consoante as palavras de Paulo no capítulo 6, versículo 9, de sua Carta aos Gálatas.

Não permitamos que o pessimismo nos enregele o entusiasmo.

Que a chama da Fé que nos aquece o ideal jamais se debilite ao sopro frio da descrença, espalhando em toda parte as abençoadas fagulhas do amor...” (JOSÉ, Irmão. Sem Desfalecimento. In.: BACCELI. Antônio Carlos. Evangelho e Doutrina. p. 39-41, São Paulo: Didier, 1995.)

A única certeza que nos levará a alçar o vôo de filhos de Deus que somos é O Evangelho de Jesus. Mas somente quando soubermos usar a asa da Sabedoria aliada à asa do amor assim conseguiremos, de fato, voar rumo à Evolução...


sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Terapia do passe

Por: CLAUDIA SCHMIDT
claudia2704@gmail.com

Santo Ângelo, Rio Grande do Sul (Brasil)

Como pode ser definido o passe aplicado nos Centros Espíritas?

É uma terapia de transmissão de energias, usado milenarmente, com resultados positivos sobre a saúde física e psíquica, através da renovação do campo vibratório de quem o recebe.

Quais os tipos de passe?

O passe pode ser espiritual ou misto.

No passe espiritual, a manipulação de fluidos é feita pela espiritualidade, sem a presença do trabalhador passista encarnado. No passe misto, o médium passista emite magnetismo humano, que, associado ao espiritual, tem o propósito de beneficiar o receptor das energias.

O passe atua sobre o perispírito e, através do reequilíbrio do corpo espiritual, ocorre a melhora física e psíquica. Porém esta terapia não dispensa o tratamento médico e psicológico, sendo que a espiritualidade pode, inclusive, atuar para potencializar a melhora através da medicação utilizada pelo paciente.

Quando o passe misto é indicado?

O passe misto é, muitas vezes, indicado pelo Atendimento Fraterno para as pessoas que estão em atendimento espiritual na Casa Espírita ou para os enfermos do corpo, para quem o magnetismo de origem humana (do passista) é indicado. Afora isso, cabe a cada um avaliar a real necessidade do recebimento desse passe, a fim de não sobrecarregar os médiuns e os Espíritos, não se utilizando de energias que poderiam ser destinadas a quem realmente precisa.

Posso levar roupas de um familiar que não foi ao Centro Espírita?

Não é necessário levar para o passe fotos ou roupas das pessoas que desejamos auxiliar, mas que não puderam ir ao Centro Espírita. O passe a distância, emitido pelo pensamento de quem se dispõe a ajudar, tem eficácia, desde que a pessoa esteja em sintonia, vibrando no bem e deseje ser auxiliada. Também se pode levar um recipiente com água para magnetizar em favor de alguém enfermo. O passe, sempre que possível, deve ser precedido de uma reflexão doutrinária – uma palestra –, facilitando, assim, a realização da reforma íntima, à luz do Evangelho de Jesus.

O passe é realmente eficiente?

A fé e o merecimento são as condições necessárias para a eficácia do passe, tendo em vista que torna o auxiliado mais receptivo, formando condições favoráveis para o trabalho espiritual. Além da fé, são também importantes a oração e o recolhimento interior, em especial durante a aplicação do passe. Assimilando com interesse os esclarecimentos acerca da Doutrina Espírita, e que auxiliam na realização da reforma íntima, o ouvinte torna-se receptivo aos bons fluidos emitidos pela espiritualidade, por isso é indispensável ouvir atentamente a palestra pública, meditando sobre o assunto, pois durante a sua realização a espiritualidade superior aplica o passe espiritual.

Jesus utilizou o passe?

Sim, o Mestre realizou inúmeras curas, manipulando energias e afastando Espíritos perturbadores, pois era portador de grande potencial magnético. Porém, ele sempre dizia: “Vai e não peques mais”, alertando que as mazelas físicas têm origem no desequilibro espiritual. E que a verdadeira cura ocorre a partir do progresso espiritual, liberando dos comprometimentos anteriores, através da mudança de atitudes, do trabalho no bem e da prece.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Conversando é que nos entendemos

Conversando é que nos entendemos

Por: Marina Silva

marippena@hotmail.com

Hermínio Miranda conta, no seu livro “Nossos Filhos São Espíritos”, que um menino, que tinha entre sete e oito anos de idade, enfrentava dificuldades no colégio, não pelo estudo em si, senão por uma sensação de pânico que o dominava quando entrava na sala de aula.

Às vezes era impossivel obrigá-lo a permanecer ali, outras vezes era necessária a presença da sua irmã durante as aulas, o que também a prejudicava em sua educação.

A família pensou em muitas explicações para o fato. Será que a criança sofria pressão de Espíritos desarmonizados? Se trataria somente de uma aversão ao colégio? O fato exigiria uma reação mais rígida por parte dos pais, como castigos físicos? Ou o menino precisava de um tratamento psiquiátrico?

Um membro da família decidiu pedir a ajuda dos amigos espirituais e eles disseram que em outra existência, quando o menino tinha mais ou menos a mesma idade atual, o colégio onde ele estudava se encendiou e causou sua desencarnação. Isso explicava seu pânico na presente existência.

Os amigos espirituais orientaram os pais a ter paciência e a conversar com o menino durante a noite, quando ele dormisse, explicando-lhe que o acidente era um fato do passado que não voltaria a acontecer. Que agora ele estava protegido.

Com amor, paciência e diálogo, os pais conseguiram ajudar o seu filho a superar o trauma.

O ilustre escritor continua, no mesmo livro, contando que em outra família muito próxima dele, havia uma menina com características preocupantes. Era nervosa, agitada e com tendência à agressividade. Seu sono era agitado por pesadelos. Às vezes fingia que disparava contra as pessoas com armas invisíveis, como se estivesse em uma guerra. Se desejava um brinquedo da sua irmã mais nova, tomava-o dela.

Além disso, não tinha boa saúde. Seu organismo era descoordenado, sentia dores nos pés e não suportava os sapatos com cadarços. Queria sapatos que deixassem seus pés livres, como se disso dependesse a sua vida.

Quando os amigos espirituais foram consultados, a família soube que a menina tinha sido uma dedicada patriota guerrilheira em uma vida passada; havia desencarnado despedaçada em uma explosão, da qual não pode escapar porque seu pé ficou preso em um buraco.

Os pais foram orientados a conversar com ela, principalmente quando ela estivesse dormindo. Deviam transmitir-lhe paz e segurança para que ela se convencesse de que o terrível acidente já estava superado. Além disso, deviam insistir em dizer-lhe que seu pé estava saudável e perfeito agora.

***

Mas, o que o Hermínio Miranda quis dizer com essas narrações? Por que nós as contamos?

É muito simples. Todos somos Espíritus imortais que viemos de muitas encarnações. Algumas delas, muito difíceis, otras mais suaves, mas todas elas com o seu aprendizado e talvez com seu trauma.

Nossos filhos também são Espíritos imortais, inclusive podendo ser muito mais experientes que nós, espiritualmente. Se estamos todos reunidos sob o mesmo teto, é porque temos algo para fazer juntos.

A agressão física ou verbal, a pressão psicológica ou a indiferença não nos ajudam a conviver bem, ao contrário. O diálogo sempre é a melhor maneira de nos entendermos.

Quando as crianças erram, devemos buscar a maneira de conversar, de explicar-lhes que agiram mal e o porquê. Dar-lhes alternativas e exemplos de como eles poderíam ter agido na mesma situação.

Alguns podem achar que já é muito tarde, pois já não há possibilidade para o diálogo, mas não é verdade. Vamos lembrar as orientações dos amigos espirituais contadas por Hermínio e conversemos com eles quando estiverem dormindo.

Com amor, paciência, compreensão e diálogo teremos sucesso.

Mas recordemos que o diálogo não é somente falar, mas também escutar.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Aos amigos... Feliz 20 de julho

20 de julho - Dia Internacional do amigo!!!

Na Q. 174 do livro O Consolador o Espírito Emmanuel responde à seguinte pergunta: –Poderemos obter uma definição da amizade?
- Na gradação dos sentimentos humanos, a amizade sincera é bem o oásis de
repouso para o caminheiro da vida, na sua jornada de aperfeiçoamento.
Quem sabe ser amigo verdadeiro e, sempre, o emissário da ventura e da paz,
alistando-se nas fileiras dos discípulos de Jesus, pela iluminação natural do
espírito que, conquistando as mais vastas simpatias entre os encarnados e as
entidades bondosas do Invisível, sabe irradiar por toda parte as vibrações dos
sentimentos purificadores.
Ter amizade é ter coração que ama e esclarece, que compreende e perdoa, nas
horas mais amargas da vida.
Jesus é o Divino Amigo da Humanidade.
Saibamos compreender a sua afeição sublime e transformaremos
ambientes afetivos num oceano de paz e consolação perenes.

O Consolador - Pelo espírito Emmanuel - psicografia de Francisco Cândido Xavier.

REENCONTRO (Denis / Jonatas)

Hoje vi você voando no céu

Com um ar de quem procura alguém

Me lembrei que o nosso amor não tem fronteiras

Porque quando se gosta a gente quer de qualquer maneira

Um clarão cobriu o céu

Que eu pensei que fosse me cegar

Mas com você tudo fica mais fácil como era de se esperar


Mas agora tenho asas pra voar

Eu vou aonde eu quiser

Eu vou te procurar amigo

E vou ficar contigo pro que der e vier


Uma nuvem cobriu o céu

O dia então escureceu

E de repente você desapareceu

Mas o meu coração e o seu

E esse amor que não se esqueceu

E novamente você me apareceu

sexta-feira, 16 de julho de 2010

O Homem de Bem Capt.: XVII Item 3 - O Evangelho Segundo o Espiritismo!!!

O verdadeiro homem de bem é aquele que pratica a lei de justiça, de amor e de caridade, na sua maior pureza.Se ele interroga sua consciência sobre seus próprios atos,pergunta se não violou essa lei, se não praticou o mal, se fez todo o bem que podia, se desperdiçou voluntariamente uma ocasião de ser útil, se ninguém tem do que se queixar dele, pergunta, enfim, se fez aos outros tudo o que desejava que os outros fizessem por ele.Tem fé em Deus, em sua bondade, em sua justiça, e em sua sabedoria; sabe que nada acontece sem a sua permissão, e submete-se à sua vontade em todas as coisas.Tem fé no futuro; por isso coloca os bens espirituais acima dos bens temporais.Ele sabe que todas as vicissitudes da vida, todas as dores, todas as decepções, são provas ou expiações, e as aceita sem se lamentar.O homem de bem, inspirado pelo sentimento de caridade e de amor ao próximo, faz o bem pelo bem, sem esperança de retorno; retribui o mal com o bem, toma a defesa do fraco contra o forte e sempre sacrifica o seu interesse pela justiça.Encontra satisfação nos benefícios que distribui, nos serviços que presta, nas alegrias que proporciona, nas lágrimas que faz estancar, nas consolações que proporciona aos aflitos. Seu primeiro ímpeto é pensar nos outros, antes de pensar em si, é buscar o interesse dos outros antes do seu próprio. O egoísta, ao contrário, calcula as vantagens e as perdas de toda ação generosa.
O homem de bem é humano, é bom e benevolente para todo mundo, sem distinção de raças nem de crenças, porque vê irmãos em todos os homens.Respeita todas as convicções sinceras nos outros, e não amaldiçoa aqueles que não pensam como ele.Em todas as circunstâncias a caridade é o seu guia; reconhece que aquele que prejudica o seu semelhante com palavras maldosas, que fere a suscetibilidade de pessoas com o seu orgulho ou o seu desdém, que não desiste diante da idéia de causar um sofrimento, uma contrariedade, mesmo leve, quando poderia evitá-la, falta ao dever do amor ao próximo e não merece a clemência do Senhor.Não tem ódio, nem rancor, nem desejo de vingança; a exemplo de Jesus, ele perdoa e esquece as ofensas, e só se lembra dos benefícios, porquanto sabe que será perdoado, assim como ele mesmo houver perdoado.É indulgente para com as fraquezas dos outros, porque sabe que também necessita de indulgência, e se recorda destas palavras do Cristo: "Que aquele que está sem pecado lhe atire a primeira pedra".
Não sente prazer em procurar os defeitos dos outros, nem em colocá-los em evidência. Se a necessidade a isso o obriga, procura sempre o bem que pode atenuar o mal.Estuda as suas próprias imperfeições, e trabalha incessantemente para combatê-las. Todos os seus esforços são empregados para que amanhã possa dizer que existe nele algo melhor do que na véspera.Não procura fazer valer nem seu espírito, nem seus talentos a custa de outros; ao contrário, aproveita todas as oportunidades para fazer sobressair as qualidades dos outros.
Não se envaidece da sua fortuna, nem das suas vantagens pessoais, porque sabe que tudo quanto lhe foi dado pode ser retirado.Usa, mas não abusa dos bens que lhe são concedidos, porque sabe que se trata de um depósito do qual terá que prestar contas; sabe também que o emprego que lhes pode dar, mais prejudicial para si mesmo, é o de utilizá-los para a satisfação das suas paixões.Se a ordem social colocou pessoas sob a sua dependência, ele as trata com bondade e benevolência, porquanto, perante Deus, são iguais a ele. Usa a sua autoridade para lhes levantar o moral, e não para esmagá-los com o seu orgulho, e evita tudo o que poderia tornar sua posição subalterna mais penosa ainda.A pessoa subordinada, por sua vez, compreende os deveres da sua posição, e tem escrúpulos em não cumpri-los conscienciosamente. (Ver cap. XVII, item 9.)O homem de bem, enfim, respeita nos seus semelhantes todos os direitos que as leis da Natureza lhes concede, como desejaria que os seus fossem respeitados.O que acabamos de expor não é a enumeração completa de todas as qualidades que distinguem o homem de bem, mas todo aquele que se esforça para possuir as que aqui foram citadas, está no caminho que conduz a todas as outras.
Allan Kardec in "O Evangelho Segundo o Espiritismo", capítulo XVII, item 3

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